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Mostrando postagens com o rótulo Auxílio Brasil

Temor: Auxílio Brasil é aposta incerta para eleições

  Os malfeitos de Bolsonaro são tantos e tão diversos que há um grande temor de que o Auxílio Brasil não o beneficie em 2022. Parlamentares se dividem sobre o impacto que o programa social, com valor mais robusto, terá nos planos de recondução de Bolsonaro, informa o Correio Braziliense. O governo começou a pagar, ontem, o Auxílio Brasil de R$ 400, que beneficiará 14,5 milhões de famílias, antes atendidas pelo extinto Bolsa Família. O programa de transferência de renda é a aposta do presidente Jair Bolsonaro para tentar manter vivo o seu plano de reeleição. Desidratado nas pesquisas de intenção de voto, especialmente devido à grave crise econômica que impacta o país — refletida, principalmente, nos quase 14 milhões de desempregados e na inflação em 10,74% —, Bolsonaro busca no programa social uma cartada fundamental para recuperar a popularidade. Em 2006, por exemplo, o Bolsa Família foi determinante para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Parlamentares se dividem...

Governo Bolsonaro espera recuperar apoio de 37% dos mais pobres com Auxílio Brasil. Não vai ser fácil

  Depois que ajuda foi foi cortada, aprovação do presidente despencou de 37% para 17% entre os que ganham até dois salários mínimos, segundo o Datafolha. Mônica Bergamo - O pagamento do Auxílio Brasil, que começou na sexta (10), aumenta a expectativa de lideranças políticas, especialmente as do governo de Jair Bolsonaro, sobre o impacto que a medida terá nas próximas pesquisas eleitorais. A questão é saber como o auxílio financeiro de R$ 400 vai impulsionar a popularidade de Bolsonaro entre a camada mais vulnerável da população —a que ganha até dois salários mínimos e que corresponde a 51% do eleitorado. Bolsonaro já chegou a ter um pico de aprovação de 37% (ótimo e bom) nesta faixa de renda, em outubro do ano passado, segundo o Datafolha. Naquela época, o pagamento alcançava milhões de pessoas. Depois, com o fim do desembolso e a volta da inflação, a popularidade de Bolsonaro despencou. Em setembro deste ano, ele tinha apenas 17% de aprovação entre os que ganham até dois salários...

Auxílio Brasil começa não pagando R$ 400

  A mentira virou traço distintivo do governo Bolsonaro. Descumprir promessas também. O sucedâneo do Bolsa Família, o Auxílio Brasil, começou a ser pago e quem esperava receber R$ 400 ficou a ver navios. Chupando o dedo. O maior valor pago está sendo de R$ 217.  Só no ano que vem, está dizendo o governo, o valor subira. Mas não foi isso o prometido com o anúncio do novo programa, diz Tereza Cruvinel no 247. Bolsonaro está fazendo uma das maiores lambanças de seu governo com a extinção de um programa perene, com critérios e contrapartidas claros,  internacionalmente aplaudido, como o Bolsa Família, trocando-o por um programa temporário, que só vai existir durante o ano eleitoral. Que, além de eleitoreiro e passageiro, não exige contrapartidas como a frequência escolar e a caderneta de vacinação atualizada.  Poderia ter mantido o Bolsa Família, aumentando sua dotação, os beneficiários e o valor do benefício. Mas o nome lembra Lula, e por isso ele acabou com o programa....

Auxílio Brasil a R$ 400 tem como foco eleitores que dão a Lula o triplo de vantagem

  Novo benefício mira pobres, nordestinos e desempregados, maiores apoiadores de petista, e desaba em 2023 . O Auxílio Brasil perseguido pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido) atingirá de modo focalizado boa parte dos eleitores que hoje não querem reeleger o presidente: os mais pobres, os nordestinos e os desempregados. Esses três grandes grupos representam até metade dos eleitores e estão entre os que pior avaliam o governo Bolsonaro. Em relação ao presidente, eles também sinalizam quase o triplo de intenções de voto em seu maior adversário em 2022, o petista Luiz Inácio Lula da Silva. Desenhado para pagar em média R$ 400 mensais a 17 milhões de famílias no ano que vem, o Auxílio Brasil com esse valor ainda depende da aprovação, no Senado, da PEC dos Precatórios, que dá calote em dívidas da União reconhecidas pela Justiça. Mas, nos planos de Bolsonaro, o programa nesse formato já tem data para acabar: dois meses após o segundo turno de 2022. Os R$ 400 equivalem a mais que o dob...

Lira desafia STF, critica OAB e mantém nova votação da PEC dos Precatórios nesta terça-feira

  O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), manteve a votação da chamada PEC dos Precatórios (Proposta de Emenda à Constituição 23/21) para esta terça-feira (9), no Plenário da Casa. Ele disse não acreditar que o Supremo Tribunal Federal (STF) venha a interferir na tramitação da proposta, conforme pedidos feitos em ações judiciais. A proposta divide opiniões porque estabelece um teto anual para o pagamento dos precatórios – verbas relacionadas a sentenças judiciais condenatórias – devidos pela União. Por conta disso, é apelidada de “PEC do Calote” por oficializar o descumprimento de decisões judiciais. Lira voltou a afirmar que a margem de apoio à proposta – que também é chamada de PEC do Calote – deve aumentar na votação desta terça, quando espera obter um quórum maior. Na semana passada, o texto-base foi aprovado com 312 votos entre 456 presentes. São necessários 308 para a aprovação. “Não acredito em paralisação de votação por liminar que venha a obstacular a vo...

Acabar com o Bolsa Família, beira a crueldade, diz Organização Mundial

   Segundo a Oxfam, o Auxílio Brasil, alternativa apresentada pelo governo de Jair Bolsonaro, tem concepção confusa e é incerto. A Oxfam, organização mundial especializada em destrinchar as questões que levam à pobreza extrema, divulgou nesta sexta-feira 29 uma nota de repúdio sobre a extinção do Bolsa Família, após 18 anos do programa de proteção social. O programa, criado em 2003 e que atende mais de 14 milhões de pessoas, será encerrado pela Medida Provisória 1.061, editada pelo governo federal para a criação do Auxílio Brasil. "Beira a crueldade terminar um programa social da magnitude do Bolsa Família, programa de transferência de renda considerado modelo no mundo, sem realizar um debate público e amplo com a sociedade e concluir a construção do seu substituto”, diz trecho da nota. O Auxílio Brasil ainda não tem garantia de recursos no Orçamento da União, e aguarda a aprovação da PEC dos Precatórios para existir.  “É mais uma vez o governo federal mostrando sua inép...

Pesquisa Genial/Quaest: Maioria dos entrevistados diz que Auxílio Brasil não trará votos para Bolsonaro

  Os eleitores brasileiros estão bem informados sobre o Auxílio Brasil, novo benefício que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) quer lançar no lugar do Bolsa Família, com valor de R$ 400, pelo menos, até dezembro de 2022, e dizem que conhecem o risco fiscal que o programa representa. Não à toa, mais da metade deles diz que o benefício não deverá garantir voto para o presidente. É o que mostram os dados da edição especial da Pesquisa Genial/Quaest que buscou avaliar o Auxílio Brasil entre os eleitores e foi divulgada nesta quarta-feira (27/10). Conforme a enquete, 54% dos entrevistados disseram que as chances de votar em Bolsonaro diminuem em vez de aumentar por conta do benefício. Outros 25% acham que as possibilidades de votar em Bolsonaro aumentam. Vinte por cento não responderam a pergunta ou não sabiam a resposta. O levantamento ouviu 1.038 pessoas no país entre os dias 24 e 25 de outubro. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais. O Auxílio Brasil está no cerne da cris...

Auxílio Brasil vai deixar mais de 22 milhões sem benefício

  Uma parte dos beneficiários do auxílio emergencial não será contemplada pelo Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família. A partir de 1º novembro, mais de 22 milhões de brasileiros ficarão sem ajuda alguma do governo com o fim do auxílio emergencial. Isso porque só uma parte dos beneficiários do programa será contemplada pelo Auxílio Brasil, substituto do Bolsa Família. Na semana passada, o ministro João Roma (Cidadania) afirmou que o auxílio emergencial acaba em outubro e não será prorrogado, e o Bolsa Família deixará de existir em novembro. Na fusão entre os dois programas, 22,6 milhões de subsidiários ficarão de fora por não se encaixarem nos requisitos. Neste mês de outubro, 34,4 milhões de famílias foram atendidas pelo auxílio emergencial. Desse grupo, 25 milhões não fazem parte do Bolsa Família (trabalhadores que integram o Cadastro Único). Já o Bolsa Família contempla 14,6 milhões de famílias. Com o Auxílio Brasil, o governo pretende atender todo esse público, além de acre...

Para o mercado, Guedes é uma tragédia, mas como não há outro vigarista dessa estirpe, vai o Guedes mesmo

   O mercado reagiu mal, caindo mais de 3% quando foi anunciado o tal Auxílio Brasil de R$ 400,00. O dólar disparou e a bolsa despencou mais de 3%, mas quando Guedes pediu as contas para Bolsonaro para tirar o time de campo, o mercado reagiu de forma pior, a Ibovespa chegou a cair quase 5%. Então, fica a pergunta, que lógica maluca é essa em que a bolsa cai com o Guedes, mas se ele sair, cai ainda mais? É que o mercado raciocinou de maneira pragmática, Guedes é um desastre, mas é a única porcaria que temos. Não há outro vigarista com a mesma estirpe na praça. Ou seja, a crise está instalada, não simplesmente por conta do auxílio de R$ 400,00 para atender aos anseios políticos de Bolsonaro. A inflação não para de subir e o mercado exige que a equipe econômica imponha um aumento de juros ainda mais arrojado numa economia que já está em profunda recessão. A bateção de cabeça é geral e os tais analistas de mercado seguem com as suas patacoadas de quem não consegue prever nem o pas...