O MP-RJ (Ministério Público do Rio) avalia que existem indícios de que, além do policial militar aposentado Fabrício Queiroz, outros dois possíveis operadores atuavam no esquema de entrega de salários do antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio): Ana Cristina Valle, segunda mulher de Jair Bolsonaro, e Guilherme dos Santos Hudson, ex-colega do presidente. Os dados constam do novo pedido de quebra de sigilo bancário e fiscal, obtido com exclusividade pela coluna, e apresentado pela promotoria ao TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio), informa Juliana Dal Piva, do Uol. "O modus operandi da 'rachadinha' normalmente está associado à realização de saques de dinheiro em espécie nas contas dos assessores 'fantasmas', seguidos da entrega dos valores a funcionários de confiança do gabinete, aos quais incumbe a arrecadação dos valores desviados. Pelos indícios colhidos no curso da investigação e acima relacionados, essas pessoas de confiança s...
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