A elaboração e regência da campanha de Moro são feitas cinicamente pela mídia, mais precisamente pela Globo. A mando de quem? Do mercado, lógico. Não foi sem motivos que, durante sua entrevista na Globo com Pedro Bial, Moro sacou da cartola o nome de Affonso Celso Pastore, um neoliberal fundamentalista, da linha do "privatiza tudo", demite todos, coloca milhões de brasileiros na miséria, e quem não tem competência para se estabelecer no mercado privado, então, que morra de fome. Ou seja, Pastore é da mesma linha de Paulo Guedes. Aquele teatro armado pra Moro, no lançamento de sua campanha, não cita a história de um juiz que foi corrompido com um ministério por um candidato para prender quem, naturalmente seria o vencedor em 2018. Muito menos quis relembrar a proposta fascista do então ministro Moro que daria licença para a polícia matar pretos e pobre, com o nome "técnico" de excludente de ilicitude. Claro que Moro também não vai querer lembrar à sociedade que ...
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