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Mostrando postagens com o rótulo ditadura

Como a ditadura fez há 50 anos, Heleno libera a floresta aos exploradores

  Chico Alves - A cabeça do general Augusto Heleno, ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), manteve-se praticamente imutável da década de 1960 até nossos dias. Ele é daqueles que chamam a ditadura de "contragolpe", acredita que o inimigo comunista continua à espreita e avalia que o simples fato de alguém cantar o Hino Nacional com a mão no peito o faz mais patriota que outros. É parte desse pensamento anacrônico a convicção de que a Amazônia é uma região que precisa ser ocupada urgentemente por muitas pessoas e empresas, sejam elas potenciais desmatadoras ou não. No regime militar, esse mote permitiu a ação de milhares de garimpeiros em Serra Pelada, no Pará, no início dos anos 1980, sob a coordenação do major Sebastião Curió, acusado de vários crimes. Também inspirou anúncios do governo como o que foi publicado na revista Realidade, na década de 1970, em que a estrada Transamazônica era exaltada e empreendedores eram convidados a se instalar na região. Sob um...

A Globo que apoiou todos os golpes no Brasil e na América Latina, tenta fazer de Lula um tirano

    Como já foi dito aqui no Antropofagista, a Globo, assim como o restante da grande mídia, seguirá todos os passos que deram à Jovem Pan o título de esgoto jornalístico brasileiro, com seu caráter absolutamente fascista. Incomodada com o sucesso de Lula na Europa, que expôs para o mundo a oligarquia brasileira tradicionalmente golpista, a quem a grande mídia brasileira serve, somado à guerra fratricida nos últimos suspiros do PSDB para desatar qualquer freio civilizatório, ela parte com unhas e dentes pra cima de Lula e do PT, como é especialidade da nossa saturada grande mídia. Quem imaginou que ela viria com uma esporazinha meia sola para defender candidaturas semimortas da chamada terceira via, enganou-se. A mídia, que já provou que não tem limites, apoiando não só a ditadura militar brasileira, mas todas as ditaduras militares da América Latina, suas torturas e assassinatos, agora aparece como “guardiã da democracia” para, de braços dados com o gabinete do ódio bolsonari...

Ex-presidente do Banco Central na ditadura militar será conselheiro de Moro

  Affonso Celso Pastore presidiu Bacen no governo Figueiredo, e assessora ex-juiz em relação à macroeconomia. O ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore é um dos conselheiros do ex-juiz Sergio Moro, autoproclamado candidato à Presidência da República. “É um dos melhores nomes do país”, afirmou Moro durante entrevista ao programa Conversa com o Bial. A publicação destaca que Pastore integra um grupo reunido pelo ex-ministro do governo Bolsonaro para debater os rumos econômicos, sendo que o ex-presidente do BC é responsável pela macroeconomia. Formado em economia pela Universidade de São Paulo, com doutorado na mesma universidade, Affonso Celso Pastore foi um dos alunos do economista e ex-ministro Delfim Netto, os chamados Delfim Boys. Cargos públicos na ditadura O economista também ocupou cargos administrativos durante a ditadura militar: foi secretário dos Negócios da Fazenda de São Paulo de 1979 a 1983, durante o governo José Maria Marin. Em janeiro de 1983, Pastore ex...