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Mostrando postagens com o rótulo economia

No Brasil, qual atividade econômica hoje não está morta ou em vias disso?

  Não, não estamos com aquela sensação de estar de frente a uma situação já vivida. Nós brasileiros de fato estamos vivendo isso com Bolsonaro, não é sensação é apenas o famoso déjà-vu. A moribunda economia brasileira que arrasta o povo para o buraco é fruto da mesquinha elite de sempre que segue querendo a volta da carroça neoliberal que entorpece muito boboca da burguesia, inclusive parte da assalariada. É  a volta do velho mundo nativo que suga o suor dos trabalhadores e, lentamente, vai consumindo todas as forças produtivas do país. Foi assim com os militares, com Sarney, com Collor, com FHC, com Temer e, agora, com Bolsonaro. Não tem como escorar as paredes rachadas. A economia ruiu, Guedes não tem credibilidade para tentar reconstruir o que ele arruinou. A praça está vazia. Não se vê nem vestígios vagos do bolsonarismo. Comércio deserto, Bolsonaro abandonado. É a lei da selva. Globo não para de falar na lambança de Guedes. Remédio? Dobrar a aposta nas medidas de arrocho ...

Financial Times: "Bolsonaro se mostrou incapaz de administrar a economia e a pandemia, e o Brasil está pagando caro"

   Um dos principais jornais econômicos do mundo, o Financial Times publicou nesta segunda-feira (1) um editorial dedicado à crise política de Jair Bolsonaro. O texto destaca a atuação da CPI da Covid, que "recomendou que os promotores o acusassem de nove crimes, incluindo crimes contra a humanidade, por lidar mal com a pandemia. Bolsonaro considerou a investigação do Congresso sobre coronavírus uma 'piada', mas o dano à sua reputação já foi feito. Seis meses de depoimentos sobre o manejo inadequado da pandemia por parte do governo, grande parte dela transmitida ao vivo, reduziram seu índice de aprovação". O veículo também citou os mais de 100 pedidos de impeachment protocolados contra o chefe do governo federal na Câmara dos Deputados, mas pontuou que é pequena a chance de um processo de afastamento ser iniciado, já que Bolsonaro tem como aliados o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), e o procurador-geral da República, Augusto Aras. "O homem responsável por ...

Perda de confiança em Bolsonaro e Guedes aumenta ainda mais os riscos para a economia

   A gambiarra feita pelo governo Jair Bolsonaro com o Congresso para fechar o Orçamento de 2022 colocou em xeque a credibilidade do teto dos gastos públicos, o mecanismo criado há cinco anos para conter a expansão das despesas federais. A comissão encarregada de buscar saída para o problema aprovou nesta quinta (21) uma emenda constitucional que autoriza o governo a dar calote em parte de sua dívida com precatórios judiciais e muda o cálculo do teto, abrindo espaço para outros gastos. Se as contas dos responsáveis pela proposta estiverem certas, será possível acomodar despesas de mais de R$ 83 bilhões, incluindo o Auxílio Brasil, que substituirá o Bolsa Família, e projetos apadrinhados por emendas parlamentares dos aliados do governo no centrão. Quatro integrantes da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, pediram demissão. Para eles, as mudanças representam o abandono da disciplina fiscal e põem em risco a recuperação da economia após quase dois anos de enfrentamento d...