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Mostrando postagens com o rótulo Moro

Há cálculo na afetação de Sérgio Moro

  Não deixa de surpreender o descaramento de Sérgio Moro quando se lança a pré-candidato à Presidência da República justamente contra Lula e depois de tudo o que fez. E mais ainda, quando lança um livro pedante, jactando-se de herói contra a corrupção e contando meias verdades a respeito da saga ilegal que promoveu como juiz da Lava Jato e como ministro do governo fascista.  Tem um lado provinciano nisso tudo, mas não é só isso. Há método nessa afetação bairrista de achar que pode discordar do Supremo Tribunal Federal, das leis, da Constituição. Por exemplo, quando Moro lança a ideia de uma Corte Nacional Anticorrupção ele não está somente propondo a instalação de um tribunal de exceção, totalmente inconstitucional, mas sugerindo importar um método que tem sido usado em outros países, como na Ucrânia em 2019 e que, além de funcionar mal, tem servido como instrumento jurídico de desestabilização regional. E mesmo antes, as International Anti-Corruption Court (IACC) são iniciati...

Bolsonaro e Moro representam país conflagrado e institucionalidade no lixo

  Reinaldo Azevedo - Sergio Moro, que pretende disputar a Presidência pelo Podemos, está em campanha há sete anos. Convenham: para tão longa trajetória, o resultado tem sido, até agora, bastante acanhado. Menos em certo colunismo entusiasmado. A grande festa de lançamento do livro "Contra o Sistema de Corrupção" deveria ter acontecido em Curitiba, no dia 2. Reservaram um auditório para 2.300 pessoas. Apareceram 800. Pouco para a cidade que até batizou uma República fictícia. Nesta quinta, foi a vez do Rio. O encontro se deu no Teatro dos Quatro, que comporta 400 pessoas. Tenho certa curiosidade para saber quantas eles conseguiria reunir num comício. Dedicou-se, mais uma vez, à sua especialidade: fazer futrica contra ministros do Supremo, disparar ligeirezas populistas contra o sistema judicial e incentivar a politização do Judiciário. Na plateia, estava Marcelo Bretas, que já foi aliado de Wilson Witzel, bandeando-se depois para Jair Bolsonaro. Pelo visto, busca se reposicio...

Lula não precisa nem falar para vencer; os adversários falam por ele

  Em vez de ser uma alternativa à mal chamada polarização, Moro amarra o nem-nem a uma agenda de extrema direita. O ex-presidente Lula segue como franco favorito na disputa presidencial do ano que vem, mesmo falando o mínimo possível. Nem precisa. A logolatria de alguns de seus potenciais adversários, candidatos a autocratas, conspira a seu favor. E há o espetáculo do crescimento de delírios do paraíso, em meio a caminhões de ossos, de Paulo Guedes. Na mais recente pesquisa Genial-Quaest, o petista seria eleito no primeiro turno nos quatro cenários testados. Tem, de muito longe, o melhor saldo na conta intenção de voto/rejeição. Nada disso despertou a atenção do "centrão dos opinadores", formado pelo batalhão que está convencido de que a salvação vem da fórmula "nem Lula nem Bolsonaro". Até pode vir. Mas cumpre indagar: não sendo nem uma coisa nem outra, então é o quê? Esse "centrão" preferiu destacar, na referida pesquisa, uma suposta "consolidação...

Jornal francês mostra como os EUA usaram a "lava jato" para seus próprios fins

Conjur - O que começou como a "maior operação contra a corrupção do mundo" e degenerou no "maior escândalo judicial do planeta" na verdade não passou de uma estratégia bem-sucedida dos Estados Unidos para minar a autonomia geopolítica brasileira e acabar com a ameaça representada pelo crescimento de empresas que colocariam em risco seus próprios interesses. A história foi resgatada em uma reportagem do jornal francês Le Monde deste sábado (10/4), assinada por Nicolas Bourcier e Gaspard Estrada, diretor-executivo do Observatório Político da América Latina e do Caribe (Opalc) da universidade Sciences Po de Paris. Tudo começou em 2007, durante o governo de George W. Bush. As autoridades norte-americanas estavam incomodadas pela falta de cooperação dos diplomatas brasileiros com seu programa de combate ao terrorismo. O Itamaraty, na época, não estava disposto a embarcar na histeria dos EUA com o assunto. Para contornar o desinteresse oficial, a embaixada dos EUA no Bra...

Bolsonaro escolhe jugular de Moro como principal alvo e Moro faz o mesmo com Bolsonaro

  Se acha que Lula será o principal alvo de ataque dos fascistas Bolsonaro e Moro, está redondamente enganado. Pelos menos na primeira hora ou primeiro turno, todo o estardalhaço de Bolsonaro terá como alvo a degola de Moro e vice-versa. Esse é o pé de fogo que os dois assumirão como estratégia. Essa missa já era cantada ainda com Moro na pasta da Justiça e Segurança Pública do governo de Bolsonaro. Alí, na surdina, começou o jogo de gato e rato e Moro foi de lombo no chão e, unto, um clarão de luz sobre essa guerra entre os dois foi feito e, não suportando ficar no jogo de xadrez, Bolsonaro berrou como sempre e metade de Moro ficou pelado com Valeixo fora da chefia de Polícia Federal.  Assim, Moro, como era de se esperar, resolveu pedir o boné.   Ou seja, o insólito e perturbador silêncio de Moro diante de um constrangimento que o fazia um cachorrinho do patrão o obrigou a acabar com aquele teatro. Então, prepare a pipoca para assistir ao UFC entre Bolsonaro e Moro....

A dança do acasalamento da terceira via

    "Os demais pré-candidatos parecem dispostos a aguardar a orquestra encerrar a sessão de boleros e começar o sertanejo para decidir o que vão fazer". Segundo reportagem do Correio Braziliense, o governador de São Paulo, João Doria, e o ex-ministro da Justiça Sergio Moro inauguraram a dança de acasalamento da chamada terceira via, cada qual sinalizando suas prioridades para a escolha de um vice na chapa que pretendem encabeçar. Estão observando a pista Ciro Gomes (PDT), Luiz Henrique Mandetta (DEM), Alessandro Vieira (Cidadania), Rodrigo Pacheco (PSD) e Simone Tebet (MDB), todos pré-candidatos, que parecem dispostos a aguardar a orquestra encerrar a sessão de boleros e começar o sertanejo para decidir o que vão fazer. Nem bem comemorou a vitória nas prévias do PSDB, o governador paulista revelou que gostaria de uma mulher na chapa como vice, num recado claro para Tebet, a senadora que preside a Comissão de Constituição e Justiçado (CCJ) Senado e se destacou na CPI da Covid....

Candidatura de Moro não vai longe porque vai expor que ele fez do Brasil colônia dos EUA, diz analista

  “A verdade é que estamos à mercê do que os EUA definem para nós. Espantoso são as Forças Armadas aceitarem isso”, afirma André Martin. “90% da população brasileira, ou mais, não sabe que o Moro é agente da CIA. Está comprovado que ele destruiu o Brasil para beneficiar multinacionais, entregou o petróleo brasileiro. Ele faz um papel que interessa à Inglaterra e aos EUA.”, diz matéria do Diálogos do Sul . É o que diz o professor titular de Geografia Política na Universidade de São Paulo (USP) e integrante da Associação Brasileira de Estudos de Defesa (ABED) André Martin, em entrevista exclusiva concedida à Diálogos do Sul. As pessoas tampouco estão cientes que sua esposa, Rosangela Wolf Moro, foi advogada da Shell e muito menos que o casal teria beneficiado acionistas da petroleira inglesa. No último dia 10, Moro efetivou sua filiação ao partido Podemos. Assim, está pronto para concorrer efetivamente à presidência da República. O fato ocorre após o agora pré-candidato impedir o fav...

Fascismo de segunda mão: Moro recicla militares que Bolsonaro jogou no lixo

 Por ora, as figuras mais proeminentes do generalato morista, chutadas pela escandalosa interferência de Carluxo na primeira parte do governo Bolsonaro, que foram Santos Cruz e Rego Barros. Pelo menos esta é a imagem introdutória que Moro está utilizando para formar, digamos, uma onda fascista de segunda mão. A transferência de figuras simbólicas do bolsonarismo para o morismo representa bem mais do que uma energia mecânica, a coisa tem método para atingir “aquele povo” que abandonou ou abandonará Bolsonaro até 2022 e que hoje representa, segundo estrategistas em eleição, um barril de pólvora contra Bolsonaro. Independente do sangue que será jorrado na guerra entre criador e criatura, uma coisa é certa, em termos de fascismo, Moro recicla figuras para posar na vitrine como o próprio ouro dos camisas pretas tropicais. Moro, que quando ministro, nunca mostrou qualquer traço de soberania diante de Bolsonaro, virou uma espécie de abridor de portas para militares descontentes com o ex-m...

Nova política: Lava Jato é a variante do Podemos

Dallagnol e Moro passaram anos na mídia demonizando a política. Depois de destruírem empresas, milhões de empregos e arrasarem o país, vejam só, entraram para a hedionda política.  Como mesmo? Diretamente como dirigentes partidários. Isso mesmo.  Os castos da República de Curitiba fazem parte da vice-presidência do Podemos  de Curitiba. Que comovente! Então, aquele rapaz chamado Dallagnol, que se apresenta como servo de Deus, que orava para os seus inimigos políticos como Lula morrerem na prisão, foi parar no inferno da política abraçado com o coisa ruim?  Será que essa gangue antipolítica da Lava Jato levou uma pancada coletiva na cabeça para, de boiada, ir toda para o curral dos terrivelmente políticos?  Então, vejamos os fatos  Dos 19 parlamentares do Podemos, 10 têm ou tiveram pendências com a Justiça. Então, o partido da Lava Jato está cravejado de políticos envolvidos em corrupção? Nossa, que surpresa nenhuma nisso! Aquela selvageria jurídica dos heró...

Partido de Flávio Bolsonaro conversa com Moro sobre aliança em 2022

  Flávio Bolsonaro está há seis meses no Patriota; senador não conseguiu filiar pai e irmãos . Segundo Guilherme Amado, do Metrópoles , o Patriota, partido do senador Flávio Bolsonaro, começou a conversar com Sergio Moro sobre 2022. Ovasco Resende, presidente da sigla, encontrou Moro e a presidente do Podemos, Renata Abreu, no início do mês. A reunião marcou o primeiro contato dos dois partidos num cenário com Moro pré-candidato ao Planalto. Na conversa inicial, ficou acertado que Patriota e Podemos vão manter contato e bater o martelo sobre uma possível aliança no começo de 2022. Flávio Bolsonaro está há seis meses no Patriota. Seu objetivo era levar o pai e os irmãos para a legenda, onde a família teria carta branca. Não deu certo. Adilson Barroso, que atraiu Flávio para a sigla, perdeu o comando do partido, com derrotas na Justiça Eleitoral e na Justiça comum. Até o momento, Jair Bolsonaro está mais perto de ir para o PL, comandado pelo mensaleiro Valdemar da Costa Neto.

O lançamento da campanha de Moro à presidência ocorreu no auditório da Globo no dia 17 de março de 2015

  Nada na Globo é feito aos solavancos, tudo é muito bem pensado, programado e executado, seja para objetivos de sua programação, mas principalmente para objetivos políticos, sobretudo quando ela está encarregada de forjar heróis como Collor, o caçador de Marajás e, agora, Moro, o caçador de corruptos. Em ambos os casos, o objetivo foi o mesmo, impedir que Lula chegue ao poder. Isso é tão descarado que a Globo nem disfarça o uso de ferramentas dessa monta para impedir a todo custo que a maior liderança popular da história do Brasil esteja sentada na cadeira da presidência.  Não foi alguém da esquerda ou pouco simpático aos Marinho que confessou a armação da emissora no último debate entre Lula e Collor em 1989, e sim o ex-todo poderoso da Globo, Boni, confissão feita na própria Globo News anos mais tarde. Ou seja, em termos de manipulação política, principalmente para prejudicar Lula e o PT, a Globo tem know how e opera de forma preventiva todas as filigranas que a malícia man...

Moro, o dublê de Bolsonaro que a mídia sonha

A elaboração e regência da campanha de Moro são feitas cinicamente pela mídia, mais precisamente pela Globo.  A mando de quem? Do mercado, lógico.  Não foi sem motivos que, durante sua entrevista na Globo com Pedro Bial, Moro sacou da cartola o nome de Affonso Celso Pastore, um neoliberal fundamentalista, da linha do "privatiza tudo", demite todos, coloca milhões de brasileiros na miséria, e quem não tem competência para se estabelecer no mercado privado, então, que morra de fome. Ou seja, Pastore é da mesma linha de Paulo Guedes.   Aquele teatro armado pra Moro, no lançamento de sua campanha, não cita a história de um juiz que foi corrompido com um ministério por um candidato para prender quem, naturalmente seria o vencedor em 2018. Muito menos quis relembrar a proposta fascista do então ministro Moro que daria licença para a polícia matar pretos e pobre, com o nome "técnico" de excludente de ilicitude.  Claro que Moro também não vai querer lembrar à sociedade que ...

Moro e o terraplanismo 2.0

   Uma coisa eu já entendi, pelo menos no Brasil o terraplanismo é um estado de espírito, de porco, é claro. É um vácuo mental produzido pela indigência intelectual. Todos sabem que Moro fez não só flexões labiais e, digamos, gargantais, para fazer aquele discurso cheio de virilidades afirmativas. Não, ele não disse pra que serve o discurso, além de se apresentar como um terraplanista 2.0 e ter ninguém menos do que Affonso Celso Pastore como conselheiro de economia. Pastore é uma espécie de Olavo de Carvalho gorducho. Amante da ditadura como um velho babão com a mesma patente de um charlatão americanófilo. Isso, de cara, encantou os terraplanistas 2.0, os moristas que ficaram órfãos do mito já no berçário. Morismo é isso, uma catação de lixo dos pedaços que sobraram do bolsonarismo. É uma variação sobre o mesmo tema, não diz nada, não responde nada porque não entende de nada. A Bial, a única coisa que Moro disse que sabe é que Celso Pastore é o seu luzeiro para questões macroe...

Moro, a fraude

  Ex-juiz e Bolsonaro se igualam na mesma inclinação totalitária . Eis que Sérgio Moro reaparece, com o messianismo e o discurso justiceiro de sempre, transbordantes no seu retorno aos holofotes. Moro exercitou as cordas vocais e estudou pausas teatrais, tentando dar alguma credibilidade ao estilo "corvo" moralista, atualizado para o século 21, só que sem a capacidade retórica do modelo original, o udenista Carlos Lacerda. O erro de Moro é achar que o Brasil ainda está em 2018 e que vai votar em 2022 movido pelo ódio, por ele estimulado quando conduziu a Lava Jato. No processo que levou à condenação do ex-presidente Lula, o então juiz rasgou o devido processo legal e a Constituição. Isso não é versão nem narrativa. É o entendimento consagrado pelo STF, que o considerou um juiz suspeito. Este é o fato mais importante da biografia do agora candidato e não pode ser naturalizado como página virada. Isso revela a essência de Moro. Ele grampeou advogados de Lula (tendo acesso, port...

O inacreditável Merval Pereira acredita que a voz do candidato à presidência é seu cartão postal

  E não é que Merval Pereira, um dos gargantas que mais relincharam contra o PT e vivia cheio de frenesi com Bolsonaro em 2018, saiu com essa pérola que, se Moro é um oco nas ideias, ele não é mais um defunto político por conta de sua nova voz, aquela trabalhada pela fonoaudióloga da Globo. Aquele Moro aurifonante não existe mais, ganhou novos modos, o que deixou Merval em sessão permanente de êxtase em sua mais recente aparição na GloboNews.  Toda a magreza intelectual de Moro foi esquecida com os arroubos de eloquência de um Merval apaixonado pelo novo tenor da direita, Sergio Moro, que pode extasiar gerações inteiras e, com isso, trazer um outro ambiente poético para as eleições de 2022. Bom, não sei com base em quê Merval tirou isso de sua caixola. Pelo que vi, para ser bem preciso, Moro segue com a mesma voz esganiçada e só não é mais anasalada porque ele aprendeu a falar frases curtas para dar um mimo diferente quando ele fala sem respirar. E o que dizem por aí é que ess...

Afinal de contas, quem está com a razão diante dos crimes de Moro, o STF ou o TSE?

  Lula foi preso por uma emboscada armada por Moro para Bolsonaro vencer a eleição e ele ser ministro. Este é o primeiro capítulo do calendário de um governo semimorto em que o próprio ex-juiz se afogou. Ou seja, em qualquer lugar do mundo, numa situação pitoresca como essa, de imediato, sobretudo depois do STF ter sentenciado Moro como um juiz parcial, tanto ele quanto Bolsonaro seriam impedidos pelo TSE de se candidatarem. Mas até aqui os dois seguem para a disputa em 2022 como terreiro limpo. Há poucos dias, diante do julgamento da escandalosa indústria criminosa de fake news, o TSE, em última análise, deu a Bolsonaro diploma de virilidade para que ele siga nas eleições de 2022 praticando o mesmo modelo sujo de campanha, já que foi o próprio TSE quem avalizou suas práticas de 2018 ao afirmar que ali não ficou provado qualquer crime. A pergunta é óbvia, por que Bolsonaro vai mudar sua estratégia criminosa se o TSE disse que o que é fez não é crime? O mesmo fio desencapado entre d...