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Mostrando postagens com o rótulo mercado

Economia à deriva: Mercado financeiro piora projeções e Brasil segue na contramão da economia global

O Brasil está na contramão do mundo devido ao aumento das incertezas na política e na economia. As bolsas internacionais batem recordes e a Bolsa de Valores de São Paulo (B3) continuará descolada dos dados positivos do exterior, segundo especialistas. Após amargar R$ 331,8 bilhões em perdas em outubro, a B3 abre as negociações do mês de novembro no azul, mas analistas reconhecem que isso não deve se sustentar ao longo do dia, e, muito menos, durante a semana, devido à piora nas expectativas.  Nos primeiros 40 minutos de negociações desta segunda-feira (1º/11), o Índice Bovespa, principal indicador da B3, estava em 104.711 pontos, registrando alta de 1,17% nesta véspera de feriado de Finados. Enquanto isso, o dólar volta a subir, refletindo o descrédito de investidores no país, e continua sendo negociado acima de R$ 5,60.  Já as bolsas internacionais bateram recordes nesta segunda-feira, iniciando novembro com impulso dos lucros dos balanços das empresas e, principalmente, de b...

A pegadinha de Bolsonaro com o mercado anunciando R$ 400 de Renda Brasil saiu pela culatra

A Faria Lima contra-ataca. O cálculo econômico mostra que o Estado se organiza para ser utilizado pelas corporações, sobretudo os recursos públicos, o que, logicamente, pressupõe que as camadas mais pobres da sociedade não têm acesso às condições essenciais ao que é chamado de serviços sociais. Em síntese, qualquer estudo sobre o Brasil mostrará que a formação socioeconômica sempre se deu de cima para baixo a partir da captura do Estado. Esse é o nosso modelo cívico herdado de quatro séculos de escravidão. Ou seja, é um modelo civilizatório em que as camadas mais pobres da população estão subordinadas aos interesses econômicos da elite, o que é, como se sabe, uma das maiores desgraças desse país. Assim, nem algo momentâneo proposto por Bolsonaro, o tal Renda Brasil, que daria aos beneficiários do Bolsa Família R$ 400 até o final de 2022 e ao governo a possibilidade de furar o teto de gastos, justamente porque a lei permite esse gasto, sendo momentâneo, temporário, o governo pode utiliz...